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História

O distrito de Cabeceira Grande foi criado através da Lei n.º 2.764 de 30 de Dezembro de 1.962, como 3º distrito do Município de Unaí- MG. Adquiriu foro de cidade com a emancipação conferida pela Lei Estadual n.º 12.030 de 12 de Dezembro de 1995 e foi instalada em 1º de Janeiro de 1997.O desenvolvimento de Cabeceira Grande tornou-se mais acelerado com a construção de Brasília, que fica a 120 km  de distância. Contribui bastante também para este desenvolvimento a abertura da estrada Unaí ? Brasília, via Cabeceira Grande e Palmital. Consta que a primeira doação de terras desta região foi feita pelo Bispado da Igreja de Olinda ? PE, ao Sr. Luiz Vieira de Siqueira Torres, sobrinho do Cônego Miguel Arcanjo Torres, originários da cidade de Água Branca, Alagoas, para que o religioso assumisse o vicariato da Capela Imperial da cidade de Paracatu, vaga desde 1843, a qual, por se situar à margem esquerda do Rio São Francisco pertencia à diocese de Pernambuco.


         A sesmaria com 60.000 alqueires foi doada pela Coroa à família do Cônego como compensação por sua mudança do nordeste brasileiro para a cidade de Paracatu (MG), e foi denominada pelo Cônego como Fazenda Bolívia, em homenagem à sua extensão territorial e a direção oeste, caminho daquele país. As terras foram demarcadas por seu sobrinho entre os anos de 1850 e 1860, período em que edificou a sede utilizando de mão-de-obra escrava, situando-a a leste do território do atual município, às margens da Rod. MG 188, então uma trilha de  gado que demandavam do Vale do Urucuia para o sul de Minas Gerais.

As primeiras doações de terras do núcleo urbano da sede do município foram feitas ao Município de Unai na década de 1950. pelos Srs. Trajano Caetano Costa e Pedro da Costa Vale (Beu Costa), que decidiram fazer o assentamento de um futuro povoado.


        Os principais povoados e núcleos urbanos existentes no município são: a Vila de Palmital, sede do distrito de mesmo nome criado pela Lei Municipal 059/99 em 01 de Junho de 1999, o povoado de Pau Terra, às margens da MG-188, os núcleos rurais de Bonsucesso, Vão-do-Moreira, e Riacho do Pé. O motivo do surgimento dos dois aglomerados urbanos existentes no município decorreu do êxodo rural. Sendo pobres, os meeiros e trabalhadores rurais que não conseguiram mais o apoio dos proprietários das terras para continuar residindo onde antes, foram se agrupando às margens da Vereda ou Córrego Cabeceira Grande, próximos aos locais do trabalho que conseguiam fazer e de onde podiam ir trabalhar e voltar para casa todos os dias. Com o passar dos tempos, mais famílias se reuniram até tomar as dimensões atuais.


 São limites do município:

·      Cristalina (GO), ao Sudoeste

·      Cabeceira  (GO), ao Nordeste

·      Formosa (GO), ao Norte

·      Distrito Federal, ao Oeste

·      Unaí (MG), ao Sudeste e Leste.

Cabeceira Grande localiza-se no extremo oeste da região Noroeste de Minas Gerais, sua área territorial é de 1.032,5 km2, seu clima é instável, sua vegetação cerrado, apresentando aspectos fisionômicos diferenciais que vão do tipo arbórico ao herbácio-arbustivo.

Sua hidrografia: faz parte da Bacia de São Francisco, sendo os rios mais importantes do Município o Rio Preto e o Rio Bezerra.

Seu relevo: paisagens de chapada (Planalto Central do Brasil) com topografia plana, entrecortada de nascentes de água, que soma cerca de 50% do território pelo lado norte. Pelo lado Sul, prevalece uma paisagem acidentada, resultante do trabalho erosivo do Vale do Rio Preto e seus tributários.

A população Geral do Município é de 6.453 habitantes segundo a estimativa do IBGE em 2010, dos quais 90% são residentes nos dois núcleos urbanos.

 Cabeceira Grande é município promissor, com uma hospitalidade notória por parte de sua população. Tem vocação para a agricultura e pecuária bem como para o comércio em geral.




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